Conexões com parceiros, com coletivos e o fortalecimento do trabalho em rede marcaram primeira edição de Grito Rock de Juiz de Fora em 2011, realizado de 25, 26 e 27 de fevereiro no Cultura Bar, que garantiu um público de 2.000 pessoas.

Gian Martins, gestor do coletivo Sem Paredes, ponto Fora do Eixo da cidade, responsável pela produção do evento relembra como foi o festival e a importância do trabalho colaborativo.
Qual a contribuição de um festival, como o Grito Rock, para cena cultural de Juiz de Fora?
Gian Martins – O Grito Rock, de fato, contribui para o desenvolvimento de ações culturais de Juiz de Fora porque é um projeto que conecta a cidade com diversas outras, proporcionando oportunidades a todos os envolvidos no projeto possam difundir seus trabalhos e projetos.
A participação de outros coletivos mineiros foi importante na produção do Grito?
Sim, foi essencial. Recebemos, durante o Grito de 2011, uma série de agentes de outros coletivos que vieram ajudar no trabalho de produção, outros que vieram tocar, participar mesas de debate e todos sempre somando a proposta.

Como você vê esse processo colaborativo do festival?
O trabalho conjunto fazendo um festival em rede, abre o leque de possibilidades de artistas, as viagens desses ficam muito mais em conta e pode ser dividida entre produtores de cidades próximas. Além da troca de experiências que fortalece ainda mais o todo. Só há vantagens em se trabalhar de forma colaborativa. Todos ganham força.
Por que o evento serve de ferramenta de aproximação de novos colaboradores?
A grande visibilidade gerada pelo festival atrai vários interessados em contribuir. O festival tem a proposta de ser colaborativo e aberto para todos os coletivos ou grupos independentes que queiram se manifestar e colaborar de alguma forma.

